Formalização
Número é quase o dobro do registrado no mesmo período do ano passado
Dilma Tavares
A meta nacional de 500 mil formalizados como Empreendedor Individual em 2011 pode ser alcançada já em agosto deste ano. A avaliação é da analista de atendimento individual do Sebrae, Ivana Lima. A previsão leva em conta o número de formalizados do dia 1º de janeiro até agora, 46.183 registrados, média de 2,5 mil inscrições diárias.
“Isso representa quase o dobro do ano passado, quando houve 24.516 formalizações no mesmo período”, explica. A previsão é de que até a sexta-feira (21) já seja alcançada 10% da meta.
Ivana Lima acredita que parte da ampliação dos registros resulta da estratégia do Sistema Sebrae, que está orientando os empreendedores individuais na apresentação da declaração anual de receita (DASN-MEI) e aproveitando para incentivar a formalização.
Até agora, 855.500 profissionais se cadastraram como empreendedores individuais em todo o Brasil.
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7851, 3243-7852, 8118-9821 e 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800
Fonte: http://www.df.agenciasebrae.com.br/
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Sul tem menor percentual de pessoas excluídas do sistema bancário
Estudo indica que 30% das pessoas não possuem conta em banco no Sul
O Sul tem o menor percentual entre as regiões do país de pessoas que não possuem conta em banco, 30%, segundo dados da pesquisa Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS) sobre Bancos: exclusão e serviços. O maior percentual ocorre no Nordeste, onde 52,6% das pessoas não têm conta. Ainda sobre a região Sul, 5,9% têm conta há menos de um ano, 47,1% tem conta entre um e cinco anos e 17,1% têm conta há mais de cinco anos.
Entre os usuários de bancos, a escolha da instituição é influenciada por características regionais. O fator "escolha por parte da empresa onde trabalha o cidadão" é a única exceção, porque é decisivo em todas as regiões do país. Na região Sul, a tradição no relacionamento com o banco (pessoal ou familiar) influencia a escolha de 31,4% dos entrevistados, sendo o valor quase o dobro do índice nacional (17,5%).
No Sul também está o maior percentual de pessoas satisfeitas ou muito satisfeitas com a segurança na realização das operações bancária na agência (84,7%), enquanto o Nordeste apresenta o índice mais baixo dentre todas as regiões (69,8%) nesse quesito. No Brasil, 78,2% estão muito satisfeitos ou satisfeitos com segurança oferecida pelos bancos em suas agências e 13,7%, muito insatisfeitos ou insatisfeitos com ela.
ZH DINHEIRO
Balança começa o ano com déficit comercial de US$ 486 mi
Em relação à média de embarques de janeiro de 2010, houve queda de 1,6%
A balança comercial brasileira começou o ano com déficit de US$ 486 milhões na primeira semana de janeiro, de acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
Entre os dias 1º e 9 de janeiro, as exportações somaram US$ 2,781 bilhões, com média diária de US$ 556,2 milhões, enquanto as importações chegaram a US$ 3,267 bilhões, com média de US$ 653,4 milhões.
Em relação à média diária de embarques de janeiro do ano passado, houve queda de 1,6%. Na comparação com dezembro de 2009 o recuo foi de 38,8%. No caso das importações, o valor foi 13,8% superior à média registrada em janeiro de 2010 e 3,4% inferior ao apurado em dezembro passado.
ZH Dinheiro
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Foco para crescer
Profissionais que desejam prosperar neste ano devem se ater a duas palavras: foco e determinação, sustenta o especialista em gestão comportamental e profissional Edson Rodriguez, vice-presidente da Thomas Brasil. Veja ao lado dicas do especialista para impulsionar a carreira em 2011.
Faça um check-list para decolar em 2011:
1. Avalie-se objetivamente. Quais seus pontos fortes e fracos? Como eles impactam em sua carreira?
2. Como foi sua evolução profissional e social nos últimos três anos? O que aumentou, melhorou, modificou-se de modo positivo para você?
3. Sua empresa/negócio tem um plano para 2011? Qual é esse plano? Como você se encaixa nele?
4. Desenvolva projetos relacionados com os planos da empresa. Pratique a iniciativa.
5. Estimule a tecnologia, atualize-se.
6. Crie/participe de grupos de discussão tecnológica, mas com algum complemento social também. Busque socialmente a companhia de seus pares e seus superiores.
7. Na medida do possível, participe socialmente, aceite os convites de seus subordinados, é uma excelente prática de liderança.
8. Partilhe conhecimento, seja visto como recurso.
9. Delegue, arrisque-se mais, procure seguir sua intuição.
10. Olhe para cima e veja o que você pode fazer para ajudar seu chefe a ser promovido. Busque as responsabilidades mais altas e faça a mesma coisa para baixo, estimule e compartilhe as suas responsabilidades também. Forme um substituto para que você também possa ser promovido.
Fonte: Edson Rodriguez, vice-presidente da Thomas Brasil
Faça um check-list para decolar em 2011:
1. Avalie-se objetivamente. Quais seus pontos fortes e fracos? Como eles impactam em sua carreira?
2. Como foi sua evolução profissional e social nos últimos três anos? O que aumentou, melhorou, modificou-se de modo positivo para você?
3. Sua empresa/negócio tem um plano para 2011? Qual é esse plano? Como você se encaixa nele?
4. Desenvolva projetos relacionados com os planos da empresa. Pratique a iniciativa.
5. Estimule a tecnologia, atualize-se.
6. Crie/participe de grupos de discussão tecnológica, mas com algum complemento social também. Busque socialmente a companhia de seus pares e seus superiores.
7. Na medida do possível, participe socialmente, aceite os convites de seus subordinados, é uma excelente prática de liderança.
8. Partilhe conhecimento, seja visto como recurso.
9. Delegue, arrisque-se mais, procure seguir sua intuição.
10. Olhe para cima e veja o que você pode fazer para ajudar seu chefe a ser promovido. Busque as responsabilidades mais altas e faça a mesma coisa para baixo, estimule e compartilhe as suas responsabilidades também. Forme um substituto para que você também possa ser promovido.
Fonte: Edson Rodriguez, vice-presidente da Thomas Brasil
Vagas de sobra
Com menos procura por parte de interessados, oferta de postos de trabalho cresce no início do ano– Quem realmente quer se empregar, nessa época consegue – garante a consultora de recursos humanos Maura Landgraf Rizzato, da Mrizzato RH.
Especialistas afirmam que os meses de janeiro e fevereiro costumam formar a melhor equação para quem busca colocar-se no mercado de trabalho: alta na oferta e baixa na procura. Por isso, quem está empenhado em alavancar a carreira em 2011 não deve perder tempo.
Justamente no período em que as empresas costumam planejar-se para o ano e renovar suas equipes, muitos profissionais preferem postergar a busca por uma vaga para o pós-Carnaval (que este ano será no início de março). Segundo Tatiane Scotta, da conect RH, o mês de dezembro e os primeiros dias de janeiro registraram recorde em abertura de vagas na agência.
– Em dezembro, tivemos um candidato que recusou uma oportunidade com salário de R$ 6 mil mais benefícios em uma conceituada empresa, pois iria tirar férias com a esposa. Ficamos abismados – conta.
Agências de recrutamento consultadas pelo Empregos & Oportunidades apontam uma elevação de 20% na oferta de vagas, em média. Os cargos mais requisitados nos dois primeiros meses do ano são os de vendas, TI, técnicos, administrativos e de construção civil.
– Temos vagas sobrando para engenheiro civil, por exemplo, com salário ótimo – destaca Seloí Hansel, da agência Quality Corp.
De acordo com a assessoria de imprensa da Fundação Gaúcha de Trabalho e Ação Social/Sine, a demanda das empresas superou o índice registrado no mesmo período de 2009, e a previsão é de que siga em crescimento também no próximo mês. Karen Mascarenhas, consultora da DBM Brasil, empresa especializada em transição de carreira, alerta que muitas vagas não são preenchidas por falta de procura.
– A maioria das pessoas pensa que janeiro e fevereiro são meses em que não vale a pena. Se você passa a colocar energia na busca de trabalho, então é bastante possível que quem se movimentar nesse período consiga uma colocação – afirma.
Percebendo que a disputa seria menos acirrada no período de veraneio, Jeferson Souza, 22 anos, correu para uma das agências do Sine no centro da Capital em busca da oportunidade ideal. Ele está fora do mercado há três meses:
– Eu gosto muito de trabalhar como garçom, além de ter experiência na área, mas qualquer trabalho em que eu possa lidar com o público me agrada.
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Fiergs oferece qualificações gratuitas
Programa no Senai irá preparar mais de mil jovens carentes para ingresso no mercado de trabalho.
Estão abertas as inscrições para o processo de seleção do Programa Novos Horizontes, que oferece cursos gratuitos a jovens em situação de vulnerabilidade social, preparando-os para o mercado de trabalho. São mais de mil vagas neste ano. Para participar, é preciso ter renda familiar per capita de até meio salário mínimo (nacional) e estar matriculado no ensino formal. A escolaridade e a faixa etária exigidas dependem do curso: variam entre 15 a 18 anos e de 5ª à 7ª série do Ensino Fundamental.
Os interessados, portando CPF e RG, podem se inscrever nas unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/RS). O processo de seleção inclui provas e entrevistas.
Cursos têm duração de um ano e englobam diversas áreas
Iniciativa do Sistema Fiergs, por meio do Serviço Social da Indústria (Sesi/RS) e Senai/RS, o projeto proporciona qualificações de um ano (podendo ser acrescidas de mais dois anos de aprendizagem industrial) em diversas áreas.
Foi esse incentivo que deu o impulso inicial à carreira de Carlos Eduardo Ramos Bastos, 19 anos, que passou pela seleção e matriculou-se no curso básico de mecânica automotiva em 2007. Concluída a primeira etapa, ele seguiu por mais dois anos com a aprendizagem industrial.
Durante o período de qualificação, o jovem teve a oportunidade de participar da Olimpíada do Conhecimento, que lhe rendeu medalha de ouro na etapa estadual. Toda a sua dedicação às aulas foi recompensada: Bastos recebeu a oportunidade do primeiro emprego em uma oficina mecânica.
– Com certeza, eu só consegui esse trabalho por ter participado do programa. O coordenador do curso me encaminhou para esse emprego, e isso foi muito importante para a minha vida, não só profissional, mas pessoal também – conclui
Programa no Senai irá preparar mais de mil jovens carentes para ingresso no mercado de trabalho.
Estão abertas as inscrições para o processo de seleção do Programa Novos Horizontes, que oferece cursos gratuitos a jovens em situação de vulnerabilidade social, preparando-os para o mercado de trabalho. São mais de mil vagas neste ano. Para participar, é preciso ter renda familiar per capita de até meio salário mínimo (nacional) e estar matriculado no ensino formal. A escolaridade e a faixa etária exigidas dependem do curso: variam entre 15 a 18 anos e de 5ª à 7ª série do Ensino Fundamental.
Os interessados, portando CPF e RG, podem se inscrever nas unidades do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/RS). O processo de seleção inclui provas e entrevistas.
Cursos têm duração de um ano e englobam diversas áreas
Iniciativa do Sistema Fiergs, por meio do Serviço Social da Indústria (Sesi/RS) e Senai/RS, o projeto proporciona qualificações de um ano (podendo ser acrescidas de mais dois anos de aprendizagem industrial) em diversas áreas.
Foi esse incentivo que deu o impulso inicial à carreira de Carlos Eduardo Ramos Bastos, 19 anos, que passou pela seleção e matriculou-se no curso básico de mecânica automotiva em 2007. Concluída a primeira etapa, ele seguiu por mais dois anos com a aprendizagem industrial.
Durante o período de qualificação, o jovem teve a oportunidade de participar da Olimpíada do Conhecimento, que lhe rendeu medalha de ouro na etapa estadual. Toda a sua dedicação às aulas foi recompensada: Bastos recebeu a oportunidade do primeiro emprego em uma oficina mecânica.
– Com certeza, eu só consegui esse trabalho por ter participado do programa. O coordenador do curso me encaminhou para esse emprego, e isso foi muito importante para a minha vida, não só profissional, mas pessoal também – conclui
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Desvalorização do dólar é transitória, afirma Mantega
Segundo Ministro, recuperação mais rápida da economia americana provoca queda do dólar
A desvalorização do dólar é transitória e se deve à recuperação da economia dos Estados Unidos, disse nesta terça-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Embora não tenha anunciado medidas para conter a queda da moeda norte-americana, ele afirmou que o governo está preparado para tomar ações.
— Esse movimento [de queda do dólar] não vai continuar. Mesmo porque, se persistir, o governo vai tomar medidas para impedir que valorização do real prossiga — afirmou Mantega.
Nas últimas duas semanas, o dólar está abaixo de R$ 1,70, nível que se manteve ao longo de quase todo o ano passado.
— O fato é que o dólar está se desvalorizando no mundo todo em relação a outras moedas. Por incrível que pareça, a principal razão é uma certa melhora da economia americana — explicou Mantega.
Segundo o ministro, a economia norte-americana dá sinais de recuperação melhores do que se esperava.
— A recuperação dos EUA ajuda na recuperação da economia mundial, mas isso causa esse fato contraditório que é a desvalorização do próprio dólar — disse.
A desvalorização acontece, segundo ele, porque investidores passam a ficar mais à vontade para se expor a riscos.
— Eles saem do dólar e fazem aplicações em outros mercados, como no Brasil, Austrália. Países que têm commodities e estão sólidos. É um efeito paradoxal — afirmou.
Em um segundo momento, de acordo com Mantega, se de fato a economia americana ganhar peso, o governo norte-americano poderá "até começar a subir os juros".
— Mas isso está ainda lá adiante. Até que isso aconteça, o movimento é de desvalorização — afirmou o ministro.
Na avaliação do ministro, a recuperação mais rápida que o previsto da economia norte-americana incentiva os investidores internacionais a aplicarem nas economias emergentes, trazendo recursos para o país. No médio e longo prazo, no entanto, o dólar tende a subir com o crescimento dos Estados Unidos.
— Se, de fato, a economia americana ganhar peso, o governo americano poderá reduzir a emissão de dólares e até começar a subir juros. Mas isso mais adiante. Até que isso aconteça, o movimento será de desvalorização do dólar.
No ano passado, o governo elevou para 6% o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para aplicações de estrangeiros em renda fixa. Mantega admitiu que a equipe econômica pode anunciar outros tipos de medidas, como a administração da entrada de capitais estrangeiros.
O ministro ressaltou ainda que o Brasil está autorizado pelo G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) a administrar diversos tipos de medidas de intervenção direta no câmbio.
— Existem várias medidas, além do IOF. Podemos administrar ingresso de capitais, inclusive conseguimos incluir no documento do G-20 a autorização para fazer isso.
Segundo Mantega, o reforço do ajuste fiscal prometido para este ano ajudará a minimizar os efeitos da queda do dólar. Isso porque a contenção dos gastos reduz a demanda econômica e abre espaço para a redução da inflação e dos juros.
—O ajuste fiscal ajudará a política inflacionária do Banco Central, de modo a reduzir juros no país para atrair menos capitais externos. O governo está atento a essa questão. Não permitiremos que o dólar derreta.
AGÊNCIA BRASIL E AGÊNCIA ESTADO
A desvalorização do dólar é transitória e se deve à recuperação da economia dos Estados Unidos, disse nesta terça-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Embora não tenha anunciado medidas para conter a queda da moeda norte-americana, ele afirmou que o governo está preparado para tomar ações.
— Esse movimento [de queda do dólar] não vai continuar. Mesmo porque, se persistir, o governo vai tomar medidas para impedir que valorização do real prossiga — afirmou Mantega.
Nas últimas duas semanas, o dólar está abaixo de R$ 1,70, nível que se manteve ao longo de quase todo o ano passado.
— O fato é que o dólar está se desvalorizando no mundo todo em relação a outras moedas. Por incrível que pareça, a principal razão é uma certa melhora da economia americana — explicou Mantega.
Segundo o ministro, a economia norte-americana dá sinais de recuperação melhores do que se esperava.
— A recuperação dos EUA ajuda na recuperação da economia mundial, mas isso causa esse fato contraditório que é a desvalorização do próprio dólar — disse.
A desvalorização acontece, segundo ele, porque investidores passam a ficar mais à vontade para se expor a riscos.
— Eles saem do dólar e fazem aplicações em outros mercados, como no Brasil, Austrália. Países que têm commodities e estão sólidos. É um efeito paradoxal — afirmou.
Em um segundo momento, de acordo com Mantega, se de fato a economia americana ganhar peso, o governo norte-americano poderá "até começar a subir os juros".
— Mas isso está ainda lá adiante. Até que isso aconteça, o movimento é de desvalorização — afirmou o ministro.
Na avaliação do ministro, a recuperação mais rápida que o previsto da economia norte-americana incentiva os investidores internacionais a aplicarem nas economias emergentes, trazendo recursos para o país. No médio e longo prazo, no entanto, o dólar tende a subir com o crescimento dos Estados Unidos.
— Se, de fato, a economia americana ganhar peso, o governo americano poderá reduzir a emissão de dólares e até começar a subir juros. Mas isso mais adiante. Até que isso aconteça, o movimento será de desvalorização do dólar.
No ano passado, o governo elevou para 6% o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para aplicações de estrangeiros em renda fixa. Mantega admitiu que a equipe econômica pode anunciar outros tipos de medidas, como a administração da entrada de capitais estrangeiros.
O ministro ressaltou ainda que o Brasil está autorizado pelo G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo) a administrar diversos tipos de medidas de intervenção direta no câmbio.
— Existem várias medidas, além do IOF. Podemos administrar ingresso de capitais, inclusive conseguimos incluir no documento do G-20 a autorização para fazer isso.
Segundo Mantega, o reforço do ajuste fiscal prometido para este ano ajudará a minimizar os efeitos da queda do dólar. Isso porque a contenção dos gastos reduz a demanda econômica e abre espaço para a redução da inflação e dos juros.
—O ajuste fiscal ajudará a política inflacionária do Banco Central, de modo a reduzir juros no país para atrair menos capitais externos. O governo está atento a essa questão. Não permitiremos que o dólar derreta.
AGÊNCIA BRASIL E AGÊNCIA ESTADO
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