segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Novas cédulas do Real entram em circulação

Notas estão mais modernas e devem facilitar a vida dos deficientes visuais

As novas cédulas de R$ 50 e R$ 100 entraram em circulação nesta segunda, dia 13. Uma cerimônia em Brasília marcou o lançamento da segunda família do Real.
As notas estão mais modernas. Na faixa holográfica, os desenhos são descontínuos, e, ao serem movimentados, alternam cores e imagens. O número escondido da nota fica visível quando a cédula está na altura dos olhos e em local bem iluminado. Já a marca dágua mostra o valor e a imagem de um animal: onça nas de R$ 50 e garoupa nas de R$ 100. Os recursos gráficos sofisticados devem evitar falsificação.

– A falsificação no Brasil está sob controle. Mas não podemos deixar que essa falsificação corra o risco de se acelerar e colocar em dúvida a segurança que as pessoas têm de utilizar o Real. Além do mais, o Real é uma moeda consolidada no país, que começa a ser reconhecida internacionalmente – explica o diretor do Banco Central, Anthero de Moraes Meirelles.
As novidades também vão facilitar a vida dos deficientes visuais, que não conseguem identificar as notas antigas. Agora, os tamanhos são diferentes. Quanto maior o valor, maior será o papel. Além disso, ao tocar, se percebe que algumas marcas são em alto relevo, como os números.
O Banco Central espera lançar no ano que vem as novas cédulas de R$ 20 e R$ 10 e, em 2012, as de R$ 5 e R$ 2. Durante a cerimônia de apresentação da nova família do real, o presidente da instituição, Henrique Meirelles, fez uma despedida em forma de desabafo.

– Na minha experiência de gestão pública e privada, sempre considerei fundamental na carreira de todo profissional a mudança na hora certa; o momento de sair de uma determinada função, seja pública ou privada ou de uma determinada área de atividade, é quando tudo vai bem e não quando existe problemas. Este balanço, pelo significado e simbolismo, é um momento oportuno para que eu possa considerar encerrada a minha missão na administração pública federal – declarou Meirelles.
As notas antigas continuam valendo e serão substituídas gradativamente.

CANAL RURAL
Viviane Cardoso

Brasília (DF)

Inflação do IGP-M é de 0,83% na 1ª prévia do mês

Os três indicadores que compõem o índice registraram alta


 O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) apontou inflação de 0,83% na primeira prévia de dezembro, o que indica uma aceleração ante o aumento de preços de 0,79% em igual período de novembro. A informação foi divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice é muito usado para reajuste dos aluguéis.




Entre os três indicadores que compõem o IGP-M, o Índice de Preços por Atacado (IPA) teve alta de 0,97% na primeira prévia do mês, ante a alta de 1,02% na primeira prévia de novembro. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou alta de 0,69% na prévia anunciada hoje, após subir 0,39% na primeira prévia do mês passado.


Já o Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) subiu 0,28% na primeira prévia deste mês, após registrar aumento de 0,22% na primeira prévia de novembro.

Fonte:Zero Hora

Analistas elevam para 5,85% estimativa da inflação oficial este ano

Projeção subiu pela 13ª semana seguida

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) elevaram a projeção para a inflação oficial este ano e em 2011. A estimativa para este ano, que subiu pela 13ª semana seguida, passou de 5,78% para 5,85%. Para 2011, a projeção foi ajustada de 5,20% para 5,21%, segundo o boletim Focus, divulgado toda segunda-feira pelo BC. As expectativas para o índice estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%, mas ainda dentro do limite superior de 6,5%.

Para controlar a demanda por bens e serviços, o BC usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, que deve encerrar 2011 em 12,25% ao ano. Atualmente, a taxa está em 10,75% ao ano.

O boletim Focus também traz projeção para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que passou de 6,33% para 6,34%, este ano, e de 4,89% para 4,86% em 2011. A estimativa para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu de 11,18% para 11,60%, este ano, e de 5,31% para 5,42%, em 2011. A expectativa para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) este ano foi ajustada de 11,34% para 11,43%. Para o próximo ano, passou de 5,44% para 5,50%.
Fonte:AGÊNCIA BRASIL

Inadimplência do consumidor tem maior alta em novembro desde 2005

Índice medido pela a Serasa Experian atingiu 3,5% no período


A inadimplência do consumidor registrou em novembro a sétima alta mensal consecutiva. O Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor cresceu 3,5% em novembro, na comparação com o mês anterior, representando a maior elevação entre os mesmos meses desde 2005.

Na avaliação anual - novembro em relação ao mesmo mês do ano passado - a inadimplência do consumidor subiu 23,2%, a maior entre os meses de novembro desde 2001. Na análise dos acumulados - janeiro a novembro de 2010/2009 - o indicador apresentou crescimento de 5%.

Segundo os economistas da Serasa Experian, a aceleração registrada em novembro é resultado do maior endividamento e comprometimento da renda do consumidor e do acúmulo de dívidas com as compras nas datas comemorativas do varejo, sobretudo no Dia das Crianças.

A Pesquisa Serasa Experian de Expectativa Empresarial para o Natal, publicada no início de dezembro, mostrou que as vendas do varejo terão um forte crescimento nesta data. Dessa forma, o consumidor deve ampliar seu endividamento e destinar uma parte de seu 13º salário para o pagamento de dívidas. No encerramento de 2010, a inadimplência do consumidor deve ficar próxima à verificada em 2009, cuja expansão foi de 5,9%, sobre 2008.
ZH DINHEIRO, COM INFORMAÇÕES DA SERASA

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Inflação oficial é a maior desde 2005; carne sobe 10% em novembro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou novembro com variação de 0,83%, acima da taxa de 0,75% do mês anterior, e atingiu o maior patamar desde abril de 2005, quando alcançou 0,87%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. O avanço do índice usado para as metas de inflação do governo foi motivada mais uma vez pelo alta nos preços de alimentos e bebidas.
"O consumidor passou a pagar, em média, 10,67% a mais por 1 kg de carne, cujos preços já registram aumento da ordem de 26,79% neste ano de 2010. O item carnes teve a maior contribuição individual do mês, 0,25 ponto percentual, tomando conta de 30% do índice do mês. A carne-seca ficou 7,05% mais cara em novembro e 18,48% no ano. O frango passou a custar 3,35% a mais, registrando alta de 9,42% no ano", afirmou o IBGE em nota.
"A carne está com a demanda crescente em todo o mundo. Ela ainda se encontra num período de entressafra, o que encarece ainda mais os preços", disse a economista do IBGE, Eulina Nunes dos Santos. "A seca prejudica os pastos e o gado tem que ser confinado e passa a ser tratado com rações a base de trigo, milho e soja, produtos em alta no mercado. Há também menos matrizes, diminuindo ainda mais a oferta."
Ela explicou que o aumento das carnes bovinas puxa toda a cadeia de produtos substitutos. O IBGE detectou acelerações também nos preços de carne seca, salsicha e frango em pedaços. Entre 2007 e 2010, os alimentos somam uma alta de 38,38%, ao passo que o IPCA acumula no período 21,45%.
"É um diferença expressiva. Os alimentos subiram em 2007, 2008 e deram um trégua em 2009, mas voltaram a subir em 2010. Os alimentos estão ganhando essa corrida", afirmou Eulina. Fora do grupo dos alimentos, os destaques de alta foram aluguel, condomínio e energia elétrica em Habitação, e empregados domésticos em Despesas Pessoais.
Com o resultado, o IPCA acumula alta de 5,25% no ano até novembro, acima dos 3,93% em igual período de 2009. Nos últimos 12 meses, a taxa passou para 5,63%, acima do acumulado nos 12 meses imediatamente anteriores (5,20%). Em novembro de 2009, o índice havia sido de 0,41%. A meta de inflação do governo é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
Além das carnes, outros alimentos também apresentaram aumentos de preço em novembro, como o açúcar cristal (8,57%) e refinado (6,52%). Por outro lado, o feijão carioca, que havia subido 31,42% em outubro, ficou 6,64% mais barato - no entanto, o preço do quilo ainda custa quase o dobro se comparado a dezembro de 2009. Também apresentaram preços menores em novembro o tomate (-3,84%), arroz (-1,22%) e cebola (-3,95%).
O IPCA é o último dado de inflação divulgado antes de o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciar, após o fechamento do mercado nesta quarta-feira, sua decisão sobre a taxa básica de juro (Selic). O mercado projeta estabilidade em 10,75% ao ano. O indicador de inflação é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento mensal de um a 40 salários mínimos de nove regiões metropolitanas do País, além dos municípios de Goiânia e de Brasília.

Com informações da Reuters site da Terra.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Universitários participam da Feira do Empreendedor


Os Agentes de Orientação Empresarial do Sebrae Anderson Leivas, Carolina Chaves e Laura Teixeira participaram no domingo dia 12, da 16ª edição da Feira do Empreendedor do Rio Grande do Sul, no Centro de Exposições da Fiergs, em Porto Alegre. Os universitários da Urcamp de Caçapava do Sul integraram a turma do campus de Bagé rumo ao Encontro Estadual do Projeto Negócio a Negócio, onde trocaram experiências com outros agentes participantes no Estado.
Divididos em grupos, discutiram sobre as consequências do projeto, os aprendizados, tanto pessoais como dos empresários. Ainda deram sugestões para o melhor funcionamento do projeto. Os universitários participaram de uma palestra motivacional com o tema “Supere-se e Faça +”, ministrada por Márcio Mancio. Na feira eles receberam informações que todo empreendedor e micro empresário precisam ter oportunidades e novas ideias.
“Este encontro reuniu muita tecnologia, tinha um piso interativo, jogos em 3D e até um robô. Além de informação sobre a área de TI, gestão empresarial, alternativas de negócios, novos empreendimentos, acesso a mercados”, destacou a acadêmica Carolina Chaves.
Para encerrar a noite, um show com a Banda Nenhum de Nós cantando seus maiores sucessos, com a participação especial de Renato Borghetti, levantou o pessoal que acompanhou no Teatro do Sesi.
Carolina, Anderson e Laura fazem parte do projeto Negócio a Negócio do SEBRAE parceria com a Urcamp, e informaram sobre o prazo da visitação as empresa de Caçapava, onde a primeira visita era até o dia 14 de setembro, foi prorrogado até 15 de outubro.



Fonte: Jornal Do Pampa

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

SEBRAE e URCAMP implantam projeto de diagnóstico empresarial

Um projeto que visa identificar as principais deficiências e carências de empresas que tenham de zero a quatro funcionários e apontar possíveis soluções. Assim consiste o programa "Negócio a Negócio", criado pelo SEBRAE em parceria com a URCAMP.
Segundo o supervisor do projeto em Caçapava do Sul, professor Ciro Campão, o programa é novo e possui a meta de atender a cada dia duas empresas novas. Ele conta que cada universidade possui um coordenador geral e que Caçapava do Sul está ligado a Bagé. "Em Caçapava do Sul o projeto está fundamentado em dados de 2009 no qual foram identificadas 263 empresas com esse perfil", conta Campão.
Prof. Ciro Campão com a equipe do programa"Negócio a Negócio",
do SEBRAE em parceria com a URCAMP

           O projeto exige que a empresa seja legalizada, tenha CNPJ ativo, ou seja, não é voltado para pessoas físicas. "Outro ponto é que ele não esteja participando de outro projeto gratuito do SEBRAE ou de outra instituição", explica o supervisor. Campão conta que normalmente o empreendedor precisa de ajuda para melhorar o negócio, mas dificilmente esse empresário se dispõe a sair de sua empresa para procurar o SEBRAE devido à falta de tempo.
          Campão diz que um dos pontos positivos é que os agentes desse processo são alunos dos cursos de Administração de Empresas, de Ciências Contábeis, de Engenharia e de Economia. "Eles estarão atuando no mercado de trabalho e aplicando as teorias que recebem em sala de aula e sentindo as dificuldades que existem ao se prestar um consultoria e já começam a ingressar no mercado de trabalho", explica.
         "É preciso que se explique que nós não vamos lá pra fiscalizar, e sim para ajudar, pois todos os dados obtidos durante o processo são sigilosos e, o melhor de tudo, é um serviço que vamos prestar gratuitamente", conta. Campão conta que esse valor na realidade os empresários já pagaram por meio de impostos e que agora o SEBRAE está retribuindo através dessa atividade.
          O SEBRAE pretende atender um milhão de empresas no projeto negocio a negocio. "O projeto consiste em realizar três diagnósticos", conta. Ele explica que na primeira visita será feito um diagnóstico situacional por meio de 37 perguntas para identificar qual ponto a empresa apresenta mais dúvidas. "Na segunda visita é dado o diagnóstico da primeira visita e, com esses dados em mãos, se tenta resolver as dúvidas", revela. Na terceira visita verifica-se qual foi o desempenho e se a empresa utilizou alguma ferramenta sugerida na segunda visita.
           A agente de orientação empresarial, Carolina Ilha Chaves, diz que muitas vezes a questão do caixa é uma das maiores dificuldades dos empresários. "Às vezes eles não possuem um controle de entrada e saída do dinheiro", revela. Ela diz que é preciso ressaltar que esse trabalho não é de consultoria, mas de orientação empresarial, ou seja, apenas inicia a orientação de como solucionar o problema, mas caso a empresa precise de uma consultoria mais aprofundada deve procurar outros projetos disponibilizados pelo SEBRAE ou pelo telefone 0800 5700800 ou pelo site http://www.sebrae-rs.com.br/

Texto: Jornal da Campanha (13 de julho de 2010).
Foto: URCAMP