Anderson Leivas....
Só Administrando...
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Superávit da balança comercial cai 22,4% no trimestre, para US$ 2,44 bi
Informação foi divulgada nesta segunda pelo Ministério do Desenvolvimento.Em março, superávit somou US$ 2 bi, maior valor para o mês desde 2007.A balança comercial brasileira registrou superávit (exportações menos importações) de US$ 2,44 bilhões no primeiro trimestre deste ano, informou nesta segunda-feira (2) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Isso representa uma queda de 22,4% sobre o mesmo período do ano passado (+US$ 3,14 bilhões).
sábado, 31 de março de 2012
Como a liderança deve tratar os profissionais transferidos dentro da mesma empresa?
Para especialistas, o líder deve identificar o potencial do funcionário e não avaliá-lo por conta da posição anterior
Dentro de uma mesma empresa, as pessoas podem mudar de posições, de cargos e de áreas. Essa troca pode ser muito positiva, com o profissional desempenhando muito melhor o trabalho. Mas, do lado do líder, como receber um profissional transferido?
Com frequência, um profissional que não se adaptou a uma determinada área tenta pleitear uma nova posição, na mesma empresa. O líder que o recebe tem de “encará-lo sem qualquer tipo de preconceito”, diz a consultora em transição de carreira, Telma Guido.
Identifique o potencial
Muitas vezes, os funcionários têm habilidades técnicas, competências e potencial, mas, por não se adaptarem à área em que foram alocados, acabam não tendo um desempenho satisfatório. Em um processo de transição para outro setor, o novo líder tem de tentar identificar esse potencial e, ao trazê-lo para a nova equipe, deve tratá-lo como um novo funcionário.
Ou seja, deve olhar do momento presente para adiante, esquecendo o passado. Se ele se deixa influenciar pelo desempenho anterior, ele pode acabar impedindo que o funcionário mostre um bom trabalho. “Ele vai encostar o funcionário e fazer com que a situação para o funcionário fique ruim novamente”, diz o diretor-geral da empresa de coaching Elevartis, Guilherme Rego.
“Não se deve julgar que ele não atenderá às expectativas da nova área”, concorda Telma. Na prática, se a pessoa já vem com um estigma, o próprio líder incorpora isso e acaba não dando oportunidade para que ele mostre um bom trabalho. Telma lembra que mudar de área é muito comum nas empresas, sobretudo com profissionais mais jovens, que ainda estão no início de suas carreiras.
A função do líder é identificar o potencial do candidato e não se ater ao desempenho passado e ficar julgando. As empresas de grande porte, inclusive, têm interesse em aproveitar as pessoas da própria organização, pois entendem que a questão da adaptação à área e ao setor é muito importante para o desempenho.
Criando um ambiente motivador
O líder também deve tentar entender por que ocorria a desmotivação na área anterior e criar um ambiente em que o profissional se sinta motivado. “Os líderes que conseguem criar uma situação que motive os profissionais são os que terão sucesso”, afirma Guilherme.
Há casos também em que as transferências entre áreas são baseadas em questões políticas. Telma explica que, mesmo nesse caso, não se deve julgar, mas, sim, tentar aproveitar da melhor forma possível o que o candidato tem a oferecer. Muitas empresas têm política forte de retenção de funcionários, preferindo sempre mudar o profissional de área a demiti-lo. O líder, portanto, deve aproveitar essa situação e não destruir a oportunidade do profissional.
Fonte: http://www.administradores.com.br/
Dentro de uma mesma empresa, as pessoas podem mudar de posições, de cargos e de áreas. Essa troca pode ser muito positiva, com o profissional desempenhando muito melhor o trabalho. Mas, do lado do líder, como receber um profissional transferido?
Com frequência, um profissional que não se adaptou a uma determinada área tenta pleitear uma nova posição, na mesma empresa. O líder que o recebe tem de “encará-lo sem qualquer tipo de preconceito”, diz a consultora em transição de carreira, Telma Guido.
Identifique o potencial
Muitas vezes, os funcionários têm habilidades técnicas, competências e potencial, mas, por não se adaptarem à área em que foram alocados, acabam não tendo um desempenho satisfatório. Em um processo de transição para outro setor, o novo líder tem de tentar identificar esse potencial e, ao trazê-lo para a nova equipe, deve tratá-lo como um novo funcionário.
Ou seja, deve olhar do momento presente para adiante, esquecendo o passado. Se ele se deixa influenciar pelo desempenho anterior, ele pode acabar impedindo que o funcionário mostre um bom trabalho. “Ele vai encostar o funcionário e fazer com que a situação para o funcionário fique ruim novamente”, diz o diretor-geral da empresa de coaching Elevartis, Guilherme Rego.
“Não se deve julgar que ele não atenderá às expectativas da nova área”, concorda Telma. Na prática, se a pessoa já vem com um estigma, o próprio líder incorpora isso e acaba não dando oportunidade para que ele mostre um bom trabalho. Telma lembra que mudar de área é muito comum nas empresas, sobretudo com profissionais mais jovens, que ainda estão no início de suas carreiras.
A função do líder é identificar o potencial do candidato e não se ater ao desempenho passado e ficar julgando. As empresas de grande porte, inclusive, têm interesse em aproveitar as pessoas da própria organização, pois entendem que a questão da adaptação à área e ao setor é muito importante para o desempenho.
Criando um ambiente motivador
O líder também deve tentar entender por que ocorria a desmotivação na área anterior e criar um ambiente em que o profissional se sinta motivado. “Os líderes que conseguem criar uma situação que motive os profissionais são os que terão sucesso”, afirma Guilherme.
Há casos também em que as transferências entre áreas são baseadas em questões políticas. Telma explica que, mesmo nesse caso, não se deve julgar, mas, sim, tentar aproveitar da melhor forma possível o que o candidato tem a oferecer. Muitas empresas têm política forte de retenção de funcionários, preferindo sempre mudar o profissional de área a demiti-lo. O líder, portanto, deve aproveitar essa situação e não destruir a oportunidade do profissional.
Fonte: http://www.administradores.com.br/
Apple e Foxconn adotam novo padrão para operários na China
SAN FRANCISCO, Estados Unidos (Reuters) - A Apple e sua principal fabricante terceirizada de aparelhos, a Foxconn, fecharam acordo para resolver violações que comprometem a condição de trabalho de 1,2 milhão de operários que montam iPads e iPhones, em uma decisão histórica que pode mudar a maneira pela qual as companhias ocidentais operam na China.
O Foxconn Technology Group, de Taiwan, cuja subsidiária Hon Hai Precision Industry monta aparelhos da Apple em fábricas na China, contratará dezenas de milhares de novos operários, eliminará as horas extras ilegais, melhorará os protocolos de segurança e melhorará as condições de moradia e o conforto dos trabalhadores.
Isso acontece como resposta a uma das maiores investigações já conduzidas sobre as operações de uma companhia norte-americana fora dos Estados Unidos. A Apple concordou em autorizar um inquérito pela Fair Labor Association (FLA), uma associação independente, a fim de controlar as críticas cada vez mais intensas de que a produção de seus produtos dependia de trabalhadores chineses sujeitos a maus tratos.
A associação, ao revelar suas constatações depois de investigar três fábricas da Foxconn e mais de 35 mil operários, disse ter identificado violações múltiplas das leis trabalhistas, incluindo jornadas de trabalho longas demais e horas extras não remuneradas.
Auret van Heerden, presidente da FLA, antecipa que o acordo entre a Apple, a empresa mundial com maior valor de mercado, e a Foxconn, que fabrica 50 por cento dos bens eletrônicos de consumo mundiais, tenha amplo alcance.
"A Apple e a Foxconn são evidentemente as duas grandes protagonistas do setor", disse ele em entrevista. "Porque estão se unindo para essa mudança, creio que ditarão o padrão para o restante do setor."
As mudanças podem afetar marcas que têm contratos com a companhia taiuanesa, entre as quais a Dell, Hewlett-Packard, Amazon.com, Motorola Mobility, Nokia e Sony.
O acordo sinaliza um avanço no poder dos trabalhadores chineses para obter maiores salários, dada a alta dos preços da China e uma força de trabalho que está envelhecendo, o que gera escassez de mão-de-obra.
Sob o acordo, a Foxconn informou que vai reduzir a jornada de trabalho para 49 horas semanais, incluindo horas extras, mantendo a compensação total para os funcionários nos atuais níveis. A auditoria da FLA descobriu que os funcionários nas três fábricas trabalhavam mais de 60 horas por semana em média durante picos de produção.
(Por Poornima Gupta e Edwin Chan)
O Foxconn Technology Group, de Taiwan, cuja subsidiária Hon Hai Precision Industry monta aparelhos da Apple em fábricas na China, contratará dezenas de milhares de novos operários, eliminará as horas extras ilegais, melhorará os protocolos de segurança e melhorará as condições de moradia e o conforto dos trabalhadores.
Isso acontece como resposta a uma das maiores investigações já conduzidas sobre as operações de uma companhia norte-americana fora dos Estados Unidos. A Apple concordou em autorizar um inquérito pela Fair Labor Association (FLA), uma associação independente, a fim de controlar as críticas cada vez mais intensas de que a produção de seus produtos dependia de trabalhadores chineses sujeitos a maus tratos.
A associação, ao revelar suas constatações depois de investigar três fábricas da Foxconn e mais de 35 mil operários, disse ter identificado violações múltiplas das leis trabalhistas, incluindo jornadas de trabalho longas demais e horas extras não remuneradas.
Auret van Heerden, presidente da FLA, antecipa que o acordo entre a Apple, a empresa mundial com maior valor de mercado, e a Foxconn, que fabrica 50 por cento dos bens eletrônicos de consumo mundiais, tenha amplo alcance.
"A Apple e a Foxconn são evidentemente as duas grandes protagonistas do setor", disse ele em entrevista. "Porque estão se unindo para essa mudança, creio que ditarão o padrão para o restante do setor."
As mudanças podem afetar marcas que têm contratos com a companhia taiuanesa, entre as quais a Dell, Hewlett-Packard, Amazon.com, Motorola Mobility, Nokia e Sony.
O acordo sinaliza um avanço no poder dos trabalhadores chineses para obter maiores salários, dada a alta dos preços da China e uma força de trabalho que está envelhecendo, o que gera escassez de mão-de-obra.
Sob o acordo, a Foxconn informou que vai reduzir a jornada de trabalho para 49 horas semanais, incluindo horas extras, mantendo a compensação total para os funcionários nos atuais níveis. A auditoria da FLA descobriu que os funcionários nas três fábricas trabalhavam mais de 60 horas por semana em média durante picos de produção.
(Por Poornima Gupta e Edwin Chan)
Salário médio mundial é R$ 2,7 mil, segundo OIT
Da BBC Brasil
Brasília – Uma pesquisa realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) definiu que o salário médio mundial é US$ 1.480 (R$ 2,7 mil). Trata-se de um valor aproximado, baseado em dados de 72 países, que não incluem algumas das nações mais pobres do mundo. Todos os números são ajustados para refletir variações no custo de vida de um país para outro e se referem apenas a trabalhadores assalariados e não a autônomos ou pessoas que vivem com a renda de benefícios sociais.
Dentro da lista de 72 países, o Brasil encontra-se na 51ª posição, com um salário médio de US$ 778 (R$ 1,4 mil). Os cinco primeiros lugares são ocupados por Luxemburgo, Noruega, Áustria, EUA e Reino Unido. Dentre os latino-americanos, Argentina (40), Chile (43) e Panamá (49) estão a frente do Brasil.
Os pesquisadores da OIT chegaram a este número, basicamente, dividindo o valor total da receita mundial, que está em US$ 70 trilhões (R$ 127 trilhões) por ano, pelo número de pessoas no planeta (7 bilhões). A média de rendimentos anuais estaria em cerca de US$ 10 mil (R$ 18 mil) por pessoa por ano.
Mas nem todos têm o mesmo salário e, dentre a população mundial, muitos estão fora da força de trabalho. Complexo, o cálculo do salário médio mundial tem sido parte de um projeto da OIT, que é ligada às Nações Unidas, e esta é a primeira vez que as cifras, que traz dados coletados em 2009, são divulgadas.
Outro fator importante é o câmbio. A moeda utilizada pelos economistas da ONU não é o dólar normal, mas sim dólares de Paridade de Poder de Compra (PPC). Essencialmente, o dólar PPC leva em consideração as variações de custo de vida em diferentes países. Ou seja, o estudo avalia quanto uma pessoa pode comprar com US$ 1 em diferentes realidades econômicas para se ter uma base de comparação.
Embora o valor de R$ 2,7 mil mensais (cerca de R$ 137 por dia) possa parecer alto, os responsáveis pelo estudo alertam que, na prática, o salário médio mundial ainda é muito baixo. Mais de um terço da população do planeta ainda vive com menos de US$ 2 (R$ 3,6 por dia) – abaixo da linha de pobreza. Em um país como o Tajiquistão, por exemplo, o salário médio anual, e não mensal, é US$ 2,7 mil (R$ 4,9 mil).
Os R$ 2,7 mil mensais e R$ 32 mil anuais estão abaixo dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, onde a média salarial é de R$ 5,4 mil por mês e R$ 67 mil por ano.
"(A pesquisa) revela um pouco sobre a qualidade de vida das classes médias. Diz como as pessoas estão no fim do mês, dá uma ideia de como elas vivem – quantas vezes podem sair, onde podem comprar, onde podem viver, que tipo de aluguel podem pagar. E isso é o mais interessante, em contraste com o PIB per capita, que é uma noção muito mais abstrata", disse o economista Patrick Belser, da OIT.
"O que mostra, também, é que a média salarial ainda é muito baixa, e que, portanto, o nível de desenvolvimento econômico mundial ainda é, de fato, muito baixo, apesar da abundância financeira que vemos em alguns lugares", conclui.
Brasília – Uma pesquisa realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) definiu que o salário médio mundial é US$ 1.480 (R$ 2,7 mil). Trata-se de um valor aproximado, baseado em dados de 72 países, que não incluem algumas das nações mais pobres do mundo. Todos os números são ajustados para refletir variações no custo de vida de um país para outro e se referem apenas a trabalhadores assalariados e não a autônomos ou pessoas que vivem com a renda de benefícios sociais.
Dentro da lista de 72 países, o Brasil encontra-se na 51ª posição, com um salário médio de US$ 778 (R$ 1,4 mil). Os cinco primeiros lugares são ocupados por Luxemburgo, Noruega, Áustria, EUA e Reino Unido. Dentre os latino-americanos, Argentina (40), Chile (43) e Panamá (49) estão a frente do Brasil.
Os pesquisadores da OIT chegaram a este número, basicamente, dividindo o valor total da receita mundial, que está em US$ 70 trilhões (R$ 127 trilhões) por ano, pelo número de pessoas no planeta (7 bilhões). A média de rendimentos anuais estaria em cerca de US$ 10 mil (R$ 18 mil) por pessoa por ano.
Mas nem todos têm o mesmo salário e, dentre a população mundial, muitos estão fora da força de trabalho. Complexo, o cálculo do salário médio mundial tem sido parte de um projeto da OIT, que é ligada às Nações Unidas, e esta é a primeira vez que as cifras, que traz dados coletados em 2009, são divulgadas.
Outro fator importante é o câmbio. A moeda utilizada pelos economistas da ONU não é o dólar normal, mas sim dólares de Paridade de Poder de Compra (PPC). Essencialmente, o dólar PPC leva em consideração as variações de custo de vida em diferentes países. Ou seja, o estudo avalia quanto uma pessoa pode comprar com US$ 1 em diferentes realidades econômicas para se ter uma base de comparação.
Embora o valor de R$ 2,7 mil mensais (cerca de R$ 137 por dia) possa parecer alto, os responsáveis pelo estudo alertam que, na prática, o salário médio mundial ainda é muito baixo. Mais de um terço da população do planeta ainda vive com menos de US$ 2 (R$ 3,6 por dia) – abaixo da linha de pobreza. Em um país como o Tajiquistão, por exemplo, o salário médio anual, e não mensal, é US$ 2,7 mil (R$ 4,9 mil).
Os R$ 2,7 mil mensais e R$ 32 mil anuais estão abaixo dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha, onde a média salarial é de R$ 5,4 mil por mês e R$ 67 mil por ano.
"(A pesquisa) revela um pouco sobre a qualidade de vida das classes médias. Diz como as pessoas estão no fim do mês, dá uma ideia de como elas vivem – quantas vezes podem sair, onde podem comprar, onde podem viver, que tipo de aluguel podem pagar. E isso é o mais interessante, em contraste com o PIB per capita, que é uma noção muito mais abstrata", disse o economista Patrick Belser, da OIT.
"O que mostra, também, é que a média salarial ainda é muito baixa, e que, portanto, o nível de desenvolvimento econômico mundial ainda é, de fato, muito baixo, apesar da abundância financeira que vemos em alguns lugares", conclui.
Países emergentes mostrarão que cenário econômico mundial mudou, diz Dilma
No penúltimo dia em Nova Delhi, na Índia, a presidenta Dilma Rousseff reiterou hoje (30) que os países do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – mostrarão que as perspectivas econômicas no mundo podem ser positivas. Mas ela condiciona esse quadro positivo ao fato de os emergentes passarem a ser mais respeitados e a ocupar espaços adequados nas instituições internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Dilma disse que esse "quadro positivo de perspectivas" será apresentado pelo bloco do Brics durante a Cúpula do G20 (que reúne as 20 maiores economias do mundo), nos dias 18 e 19 de junho, no México. A previsão é que a presidenta participe dessas discussões, que antecedem a Conferência Rio+20, no Rio de Janeiro.
"Temos um quadro positivo de perspectivas", disse Dilma, no encerramento do Fórum Empresarial, que reuniu mais de 110 empresários brasileiros de diversos setores. "Nosso processo de economia é virtuoso", acrescentou ela, ao lembrar que a crise econômica internacional atingiu os emergentes como consequência dos "graves" problemas enfrentados pela Europa e os Estado Unidos.
A presidenta ressaltou que os países desenvolvidos, atingidos pelos impactos da crise econômica internacional, tiveram as dificuldades e fragilidades expostas. Como exemplo, ela citou o aumento das taxas de desemprego e a redução dos direitos sociais dos trabalhadores. "Nossas economias sofreram um processo de desaceleração em decorrência [dos efeitos da crise global].
Segndo Dilma, os avanços alcançados pelos países em desenvolvimento indicam a construção de uma nova realidade mundial. "O que reforça uma tendência de profunda transformação que ocorre no mundo, nos fluxos do comércio e nos investimentos internacionais", disse a presidenta, ressaltando o que chamou de "fonte de dinamismo internacional".
Presidenta ratificou que é fundamental combater o protecionismo internacional, adotado principalmente pelos países desenvolvidos nas relações com os emergentes, e atuar no comércio multilateral na busca pela "complementaridade" de atividades, respeitando os direitos de cada região.
Por Renata Giraldi, Agência Brasil
segunda-feira, 26 de março de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)

